quanto tempo
ainda tenho
pra tanto amor?
não quero saber.
vou amar assim mesmo
sofrer tudo de novo
começar sem plano
e ser só amor.
que venha a dor
que venha o gozo
que venha o amor.
essa sou eu!
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
terça-feira, 8 de outubro de 2013
Quando me calo
a dor é grande
as lágrimas caem
livremente e sem palavras
busco um abraço teu.
A mão vazia, o corpo quente
a vida que insiste na felicidade
quero motivos, quero argumentos
e só resta sorrir.
Busco forças para seguir
o sorriso chega, a poesia pulsa
mais um dia.
Sem roteiro, sem controle
sem nada e com todas as possibilidades
dá uma raiva.
O sol nasce, a vida floresce e mais uma
vez escolho ser feliz.
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
o gosto de sangue na boca
o preconceito nas mãos
e a indignação nos olhos.
a violência no prato
a impunidade que mata
o silêncio que destrói.
a invisibilidade imposta
o grito dos oprimidos
as lágrimas dos perdidos
a dor de amar.
a despedida fria
no asfalto quente
do futuro que segue
na corda bamba
da vida.
Em homenagem a Alcilene Domingos de Moura, 27 anos, 04 filhos e que executada com um tiro de escopeta no dia 15 de setembro de 2013.
o preconceito nas mãos
e a indignação nos olhos.
a violência no prato
a impunidade que mata
o silêncio que destrói.
a invisibilidade imposta
o grito dos oprimidos
as lágrimas dos perdidos
a dor de amar.
a despedida fria
no asfalto quente
do futuro que segue
na corda bamba
da vida.
Em homenagem a Alcilene Domingos de Moura, 27 anos, 04 filhos e que executada com um tiro de escopeta no dia 15 de setembro de 2013.
sexta-feira, 19 de julho de 2013
sábado, 25 de maio de 2013
sexta-feira, 5 de abril de 2013
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
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